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    MEMÓRIAS DE ILHA GRANDE

    A região que já foi conhecida como Parque Nacional de Sete Quedas e que depois se tornou Estação Ecológica foi personagem principal dos 50 painéis que ilustram décadas de exploração e conservação do último trecho do rio Paraná que não foi inundado para a produção de energia elétrica. Além de retratar a biodiversidade e as riquezas naturais, os painéis resgatam o cotidiano das comunidades que viviam nas ilhas e no entorno, desde os registros arqueológicos até os atuais usos econômicos. A mostra fotográfica leva o visitante a reviver as grandes cheias e a fartura de peixes que outrora existia no rio Paraná, a conhecer a expedição de Andreas Mayer e Eugênio Kwasinski.

    De acordo com Romano Pulzatto Neto, chefe do Parque Nacional de Ilha Grande, a exposição é fruto de um ano de pesquisa e levantamento de imagens antigas da região. “Contamos com o apoio de ex-prefeitos, pesquisadores, professores, antigos e atuais moradores da região que se dispuseram em nos ceder as imagens para que pudéssemos digitalizar e expor ao público” explicou. Segundo Aline Morais, produtora da mostra e servidora do Consórcio Intermunicipal para Conservação do Remanescente do Rio Paraná e Áreas de Influência (Coripa), a exposição “Memórias de Ilha Grande” será itinerante. O lançamento da exposição foi no Hotel Deville em Guaíra/PR, após a sessão solene de posse do Conselho Consultivo do parque, mas já há uma fila de espera entre as prefeituras do Mato Grosso do Sul e do Paraná, solicitando a exposição em seus municípios.

     

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